Terça-Feira, 25 de Abril de 2017
ImovelSA.net - Segurança total na compra do seu imóvel!

ImovelSA.net - Segurança total na compra do seu imóvel!

Dúvidas, informações.  Entre em contato.


Notícias Imobiliárias - Deu nos Jornais
 
Publicado em 02/10/09 - 17h37
InfoMoney

Por: Gladys Ferraz Magalhães
 
Preço dos imóveis no Rio deve crescer, no mínimo, 50% nos próximos sete anos. Valorização será ainda maior para unidades comerciais próximas aos locais dos jogos.
 
 
 A escolha da cidade do Rio de Janeiro para sediar os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016, deve fazer com que os preços dos imóveis na capital fluminense cresçam, no mínimo, 50%, nos próximos sete anos.

A avaliação é do vice-presidente da Ademi (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário), Alexandre Fonseca, para quem a valorização nos preços das unidades comerciais será ainda maior.

"Tudo depende da velocidade de lançamento dos empreendimentos, mas, daqui até os jogos, a valorização mínima será de 50%, sendo que o preço dos imóveis comerciais serão ainda maiores, pois, para se ter uma ideia, hoje, logo depois do anúncio, muitas imobiliárias especializadas neste segmento já tiveram a confirmação de compras de unidades próximas aos locais dos jogos", disse.

Aluguéis e casas de passeio
No que diz respeito aos aluguéis, Fonseca também acredita em uma alta expressiva. Além disso, ele aposta no retorno da cidade do Rio de Janeiro como segundo endereço de paulistas, mineiros e brasilienses.

"Até a década de oitenta, muitas pessoas de São Paulo, Minas e Brasília procuravam a cidade do Rio de Janeiro para a compra de imóveis para passar férias e festas de fim de ano. Depois, com as notícias de violência, estas pessoas pararam de comprar no Rio. Agora, com a Olimpíadas e os investimentos que a cidade irá receber, acredito na volta deste movimento".

Bairros
Segundo o vice-presidente do Secovi-RJ (Sindicato da Habitação do Rio de Janeiro), Leonardo Schneider, na época da realização do Pan-Americano, bairros como Deodoro, no subúrbio carioca, e Barra da Tijuca tiveram os preços de seus imóveis dobrados, do anúncio da realização dos jogos até o acontecimento do evento.

Agora, acredita Schneider, estes bairros devem se beneficiar ainda mais. "Todos os bairros do Rio irão se valorizar, mas a Barra da Tijuca (que concentrará cerca de 40% dos jogos), por exemplo, que receberá metrô, com certeza, vai sofrer uma valorização expressiva, assim como a região de Deodoro, que terá investimento em infraestrutura".

O vice-presidente do Secovi-RJ também aposta na valorização das propriedades e nos investimentos na região do Cais do Porto e na Zona Norte carioca.
 
 
Jogos devem provocar impacto imediato na valorização de terrenos na Barra da Tijuca. Construção civil e setor de serviços imobiliários e de aluguel serão os mais beneficiados com competição.
 

 
 

Publicada em 02/10/2009 às 23h45m

O Globo

Estudo estima aumento de R$ 22 bilhões do Produto Interno Bruto do Brasil com as Olimpíadas de 2016

 

RIO - Já na contagem regressiva para as Olimpíadas de 2016, órgão públicos e setores econômicos lançam suas apostas, certos de que haverá muitas vitórias bem antes do início dos Jogos. Estudo contratado pelo Ministério do Esporte estima um aumento de US$ 11 bilhões (R$ 22 bilhões) do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro e a criação de 120.833 empregos por ano, entre 2009 e 2016. E a Associação Brasileira das Administradoras de Imóveis (Abadi) prevê um impacto imediato na valorização dos terrenos na Barra, epicentro das competições.
(Ganhos para a economia do Rio vão muito além das Olimpíadas, e envolvem de construção a petróleo)
 

" Nenhum orçamento público pode nos dar isso. O Rio vai recuperar a sua posição no cenário internacional, para captar eventos do setor esportivo, congressos, turistas. "

O diretor-executivo do Rio Convention Bureau e presidente da Federação dos Convention Bureau do estado, Paulo Senise, comemora o que considera o efeito instantâneo da escolha do Rio: a intensa divulgação internacional de um fato auspicioso. Ele avalia que haverá um resgate da visibilidade dos destinos turísticos do Rio, agora associado a uma grande conquista:
- Nenhum orçamento público pode nos dar isso. O Rio vai recuperar a sua posição no cenário internacional, para captar eventos do setor esportivo, congressos, turistas. O resgate da autoestima também terá reflexos no turismo nacional. O mercado volta a prestar atenção naquilo que, em função de um noticiário mais adverso, tinha ficado de lado.
Senise lembra que o Rio recebe 1,8 milhão de turistas estrangeiros por ano (36% dos que vêm ao Brasil).
- Já no ano que vem, deverá haver um aumento de 10% no número de turistas. O ritmo de crescimento será mantido nos anos seguintes, o que estimula uma série de serviços, como a oferta de voos diretos para o Rio e a ampliação da rede hoteleira. Haverá mais emprego, maior renda e estabilidade social. Sem falar em reflexos no setor financeiro e de cartões de crédito - estima.
Crescimento para 55 setores O estudo encomendado pelo Ministério do Esporte à Fundação Instituto de Administração (FIA), da Universidade de São Paulo (USP), dá a dimensão da escolha do Rio. O dossiê de candidatura prevê gastos públicos e privados de US$ 14,4 bilhões (R$ 28,8 bilhões) na organização dos Jogos e em infraestrutura. Os cálculos indicam um movimento extra da economia quase duas vezes maior (US$ 24,6 bilhões ou R$ 49,2 bilhões), só de 2009 a 2016.
O trabalho identificou 55 setores da economia que serão beneficiados, sendo o de construção civil o mais favorecido. Em seguida, vem o setor de serviços imobiliários e de aluguel, e, depois, o de serviços prestados a empresas. A média salarial no Rio será de US$ 504,66, no período anterior aos Jogos.
Leia a íntegra desta reportagem em O Globo Digital (somente para assinantes)
Leia mais:
Ainda não há projeto final para o Maracanã, e orçamento não está fechado
Melhorias no transporte dependem de projetos para trens e metrô
Efetivo da PM vai aumentar em 16 mil homens até 2014

 
 
Estado e prefeitura prometem iniciar até dezembro obras do metrô entre a Barra e a Zona Sul. Também este ano, dois corredores expressos para ônibus (BRT) começam a ser criados.
 
 
 

Publicada em 04/10/2009 às 23h35m

O Globo
 
Pé no acelerador

Estado e prefeitura prometem iniciar ainda este ano obras de metrô e BRT para 2016

 

RIO - A cidade do Rio começa a se mover: projetos da área de transporte que estavam engarrafados nos corredores da burocracia estão tendo a sua implantação acelerada. No domingo, o vice-governador Luiz Fernando Pezão anunciou que as obras do metrô entre a Barra e a Zona Sul serão iniciadas até dezembro. Ainda em meio às comemorações pela vitória do Rio como sede das Olimpíadas de 2016, o prefeito Eduardo Paes prometeu dar a partida, também ainda este ano, em dois corredores expressos para ônibus (Bus Rapid Transit, ou BRT): um deles ligando a Barra da Tijuca à Penha (o T-5), orçado em R$ 900 milhões, e outro unindo Santa Cruz à Barra pelo Túnel da Grota Funda, ao custo de R$ 300 milhões.
 

O maior desafio deverá ser o metrô Barra-Zona Sul, que prevê o prolongamento da Linha 1, da estação General Osório - com inauguração marcada para dezembro - até a Gávea, onde se encontraria com o trecho da Linha 4 entre a Gávea e o Jardim Oceânico, na Barra. A obra, com 13,5 quilômetros e seis estações (Nossa Senhora da Paz, Jardim de Alah, Leblon, Gávea, São Conrado e Jardim Oceânico), está orçada em R$ 2,8 bilhões. Para cumprir a meta, o metrô teria de acelerar o ritmo. Desde 1998, a cidade ganhou, em média, uma estação a cada quatro anos. Mas, levando-se em conta as 33 existentes, o tempo aumenta: de 1975, quando foram iniciadas as obras do metrô, até 2007, quando ele chegou ao Corte de Cantagalo, o Rio abriu uma estação a cada 11,6 meses.
 

- Se tiver dinheiro e pessoas competentes trabalhando, é possível terminar a obra ainda a tempo da Copa do Mundo de 2014 - afirma o engenheiro Fernando Mac Dowell, que foi presidente do metrô no início de sua implantação.
A experiência de Pequim, na China, sede das Olimpíadas de 2008, também mostra que o tempo não é obstáculo. Depois de ser escolhida pelo Comitê Olímpico Internacional (COI), a cidade construiu quatro novas linhas de metrô, ficando com um total de sete.
As obras do metrô Barra-Zona Sul começarão pelo Jardim Oceânico, segundo informou o secretário estadual de Transportes, Júlio Lopes. Ele disse que o projeto já está licitado e conta com estudo de impacto ambiental, o que pode acelerar o processo.
Leia a íntegra desta reportagem em O Globo Digital (somente para assinantes)

 


05.10.2009 - 13:59:00

Fonte: Agência Brasil

Caixa divulga normas para aplicação de recursos adicionais do FGTS em habitação

Brasília - A Caixa Econômica Federal publicou, no Diário Oficial de hoje (5), circular com normas para a aplicação de R$ 3 bilhões adicionais do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) em linha de crédito voltada para as construtoras. A linha foi criada em dezembro de 2008 para enfrentar a falta de crédito provocada pela crise financeira internacional.

A operação consiste na compra, pelo FGTS, de cotas de fundos de investimento imobiliários ou fundos de investimento em direitos creditórios das construtoras ou na aquisição de debêntures (títulos cujo portador é um credor da empresa que o lançou) emitidas pelas empresas do setor. Esses papéis devem ter lastro em projetos habitacionais lançados por incorporadoras, empresas da construção civil, cooperativas habitacionais e outras entidades do setor. Dessa forma, os recursos do FGTS ajudam as empresas a ter mais condições de investimento.

A circular informa ainda que a participação dos recursos do FGTS fica limitada a 80% do valor do empreendimento, observada a capacidade de crédito do tomador.

De acordo com a circular, "os investimentos a serem realizados deverão contemplar unidades habitacionais que atendam, preferencialmente, os objetivos sociais do FGTS na área de habitação, em especial a redução do deficit habitacional do país".

O custo para as construtoras é a Taxa Referencial (TR) mais 7% ao ano, no caso de habitação popular. A taxa de 9% ao ano mais TR será cobrada nos demais casos.


 



  Copyright 2009. By ImóvelSA